Prova provada: o nojo Cavaco


Como se não soubessemos que ele não sabe nada. É o nojo Cavaco no seu expoente máximo. Se este Sr. ganhar, Portugal, em matéria de igualdade de direitos, vai ficar ainda mais atrasado...



DOS CINCO principais candidatos à Presidência da República, apenas Cavaco Silva não dá uma resposta clara quanto ao que fará se tiver que promulgar uma lei autorizando o casamento entre homossexuais - idêntica à que já vigora em Espanha e no Reino Unido. «Já disse por diversas vezes que, perante os desafios com que o país se confronta, esta não é a questão que mais preocupa os portugueses neste momento», respondeu ao EXPRESSO.

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Os orçamentos e as secretarias de estado


Dois bons posts anti-cavaquistas: um no Mais Livre (sobre os orçamentos de campanha) e outro no Super-Mário (sobre as secretarias de estado de Cavaco).

Acrescento o post do Venha o Diabo.

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À procura de uma saída!


Amigos, vim passar o fim de ano a Amesterdão!
Vim também, discretamente, à procura de uma saída na hipótese do professor, candidato a PR com vontade de ser Primeiro Ministro, ganhe as eleições.
Recomendo a procura de saídas semelhantes!

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Espichavam-se paredes assim:



Anti-cavaquismo


Mais um blogue para a rede de anti-cavaquismo, que só agora descobri:

"Porque no PSD também há militantes com memória. O Prof. Cavaco Silva fez-se para a política graças ao PSD. Não merecemos os sucessivos enxovalhos. Como ele deixou de merecer a nossa confiança, o nosso voto. Força Cavaco, mas para a UE, para a ONU, para Papa!"
Força Cavaco

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"Pensem nos vossos filhos!" - disse Cavaco



Penso no meu filho.
Como lhe poderei explicar que alguns meses antes de ele ter nascido os cidadãos do meu país entregaram o poder nas mãos de uma pessoa como Cavaco? Como lhe poderei explicar que alguns meses antes de ele ter nascido, os cidadãos do meu país entregaram o poder nas mãos daquelas pessoas que não têm rosto e das quais só conhecemos o nome, que têm vencimentos astronómicos e são os responsáveis por milhares de despedimentos? Como lhe poderei explicar quais foram os argumentos destas pessoas que atrairam os cidadãos do meu país?
(também publicado no Mais Livre)

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O aparelho de Cavaco


Normalmente, depois dos debates entre candidatos mudo para a SIC Notícias para ver quem ganhou a partida. Falho sempre no prognóstico, dando de barato que não avalio os debates em que participa Jerónimo de Sousa, porque nesse aspecto sou um faccioso "sectário". Mas sei que, embora no debate pareça sempre que Cavaco não diz nada, ganha sempre. Louçã por mais que expusesse as debilidades de Alegre, perde. Soares, “velha raposa”, mas sempre mais velho que raposa.
Para os comentadores Cavaco é sempre fixe, Soares é velho, Alegre é fraco, Louçã é arrogante e Jerónimo é comunista. Por isso hoje à noite já sabemos o resultado.

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D. Maria



Sondagem Expresso


Segundo a sondagem do jornal oficial de campanha de Aníbal Cavaco Silva, o Expresso, este vencerá as eleições presidenciais logo à primeira volta. Apesar de não acreditar na legitimidade de tal sondagem, há que ter em conta que estas servem, em Portugal, mais para formar opinião do que para esclarecer ou informar. E isso pode levar os portugueses que ainda não decidiram a votar naquele que está mais bem colocado (os portugueses, na maioria, detestam estar do lado dos perdedores).

Assim, caros leitores anti-Cavaco, colegas de blogue, portugueses e portuguesas (sempre desejei dizer isto um dia), chegou a hora de arregaçarmos as mangas e começármos a pôr em prática os nossos planos para impedir que Cavaco vá para Belém!

Sondagem Expresso:
Cavaco Silva: 55,5%
Mário Soares: 20,4%
Manuel Alegre: 12,5%
Jerónimo de Sousa: 5,7%
Francisco Louçã: 4,8%

Isto não pode acontecer!!!

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A entrevista de Cavaco à Kapa | Setembro 1991



Miguel Sousa Tavares sobre o Cavaquismo


“Governava então, no apogeu da maioria absoluta, Aníbal Cavaco Silva. Não consegui evitar nunca uma incurável embirração pelo cavaquismo, mais do que pelo seu mentor. De um ponto de vista prático, reconheci a importância das obras feitas, o crescimento económico possibilitado pelo muito dinheiro aplicado, que os fundos europeus e o petróleo barato proporcionaram. Mas fui constatando e escrevendo que nenhuma verdadeira reforma tinha sido ensaiada, apesar das excepcionais condições para tal. Hoje, continuo a pensar que a generalidade dos problemas que enfrentamos e a desesperança que se instalou têm origem directa nesses anos (depois acrescentados aos do guterrismo), em que nada de essencial se mudou na educação, na justiça, na saúde, na reconversão agrícola e industrial e, sobretudo, numa cultura política e cívica fundada no mérito, na coragem de correr riscos, na liberdade individual e na separação entre o Estado e os negócios privados.

Pelo contrário, o cavaquismo instalou a promiscuidade entre os empresários e o poder político, a subsidiodependência, a mentalidade dos jobs for the boys, o enriquecimento sem causa e a obediência e subserviência como dever cívico. Cumulada de dinheiro, lugares e favores, a grande oportunidade europeia transformou-se na grande oportunidade para virem ao de cima e florescerem impunemente os piores defeitos dos portugueses. Em lugar de riqueza o país produziu apenas novos-ricos, em lugar de desenvolvimento obras de fachada, em lugar de qualificação negócios desonestos com os dinheiros do Fundo Social Europeu, em lugar de reconversão agrícola e ordenamento do território Porshes, subsídios para nada fazer e urbanizações nas falésias do Algarve"
. Miguel Sousa Tavares, in Público, 16 de Dezembro 2005

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Também o Manuel João precisa da tua assinatura



Assinar por Manuela Magno


Continuo a achar que todos os votos contam e todos os votos são bons, desde que não sejam no cavaco, mas entretanto e porque quase que conseguiu, hoje assinei os documentos a propôr Manuela Magno à Presidência da República. É fácil e sempre é mais uma possibilidade para o cavaco não ganhar à primeira.

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Esclarecimento importante



Cavaco no Gaffenistão e outras desgraças


Quem tiver estado atento ao debate de ontem entre Louçã e Cavaco há-de ter reparado que o ex-Primeiro Ministro disse, a dado momento da segunda parte, esta coisa estupenda:"É preciso não esquecer que o ditador iraquiano violou 12 resoluções da ONU em dez anos e invadiu dois países: o Irão e o Iraque".Faz sentido: Saddam deve ter invadido o Irão só para poder voltar atrás e invadir o próprio Iraque de onde saíra.Dir-se-á: é uma maldade notar estas coisas. Pelo contrário. É um acto de justiça, quando sabemos desde o início desta campanha que as gaffes não nascem todas iguais em dignidade mediática, com as tantas de Cavaco sempre tão desprezadas pela imprensa. Aqui fica então o aperitivo para o muito que apetece dizer sobre o pavoroso desempenho de Cavaco Silva no debate de ontem com Francisco Louçã. Desde logo isto: jamais se registara nos anais da política portuguesa um adulto ser chamado, na cara, de "pequeno político" e esquivar-se cobardemente a responder. Cavaco é tão lastimável que às vezes acho que nem os cavaquistas o merecem.

Rui Tavares, retirado do Super-Mário

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A Democracia de Cavaco II


Há coisas de que já não me lembrava: Cavaco não circula pelo país com os seus apoiantes, mas sim com os seus seguranças. Cavaco sempre foi um homem que teve medo do país.

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A democracia de Cavaco I


A agressão fascista a Soares fez-me recordar (não a Marinha Grande) aquele dia em que o professor foi ao Hospital de Faro e o segurança lhe exigiu o bilhete de identidade para entrar. Resultado: despedimento.
É nos momentos de tensão (que neste caso até nem são comparáveis) que se vê quem está por trás da máscara.

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Cavaco e o poder local


A Assembleia Constituinte em 1975, construiu uma árvore de organização do estado que, genericamente, se mantém até hoje.
Ao poder local, constitucionalmente consagrado através das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, foi-lhe dada a possibilidade de construir governos locais não-dependentes do poder central; eleito num acto próprio, financeiramente independente e com políticas definidas localmente. Mais próximos das populações em geral, entendia-se que os autarcas poderiam responder melhor às exigências locais das populações e envolver o povo (na altura dizia-se assim...), nas decisões estruturantes do sítio no qual vivia.
Mas a Cavaco essa coisa "do povo decidir" sempre lhe fez confusão e com a sua necessidade de secar quem lhe está à volta, em 1987 (DL 384-87 - Regime dos Contratos - Programa de Cooperação entre a Administração Central e Local) e 1988 (DL 363-88 - Condições de Concessão de Auxílio Financeiro às Autarquias Locais), fez aprovar na Assembleia da República um regime jurídico de financiamento das autarquias que as castrou da independência financeira necessária.
Ora estas leis não tolhendo directamente os direitos constitucionais, diminuiram substancialmente as verbas do Estado para as autarquias, instituindo um poder local totalmente dependente dos licenciamentos. De uma forma ainda mais clara, estas leis fizeram com que os elencos camarários sejam obrigados a promover os licenciamentos de novas construções para deste modo conseguirem pagar as despesas de funcionamento interno das Câmaras.
Foram estas leis de Cavaco, que construiram e continuam a construir o território nacional, mais do que qualquer regulamento, plano ou documento na área do Ordenamento do Território. A partir de 1988, na primeira vaga de Planos Director Municipal, constata-se que todos os concelhos têm espectativas de aumentar os seus índices de construção e, designadamente de habitação. Sucede o patético; os planos passam a prever um Portugal para 60 milhões de habitantes.
Cavaco não precisava de ter a maioria dos concelhos nas mãos, pois entregava-os às construtoras, imobiliárias e aos grandes grupos económicos.

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Ensaio sobre a cegueira (política)


Diz o povo (que é sábio, como o povo diz) que «o pior cego é aquele que não quer ver.»
Eu julgo que em política o pior cego será o que escreve coisas destas.
Cavaco Silva perdeu o debate com Francisco Louçã. E perdeu em toda a linha. Louçã teve um desempenho excelente (não estava tão nervoso como esteve contra Paulo Portas no debate que antecedeu as últimas Legislativas). Empurrou o ex-primeiro-ministro contra as cordas e atacou-o no campo que ambos melhor dominam (a Economia) dando uma lição ao Professor.
Dizer que Cavaco esteve «impassível, sereno, tolerante» significa que quem o diz não viu - porque não quis - o nervosismo e a atrapalhação que tomaram conta dele na parte final do debate. É não querer ver o que está à vista: Cavaco agora tem que falar. E quanto mais falar mais a memória dos portugueses e portuguesas será estimulada.
Mais! A argumentação usada por Tiago Geraldo para combater a supremacia de Louçã é desprovida de qualquer análise política objectiva. Há, tão somente, meros ataques à sua personalidade. Nada mais!

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Cavacão!


O blog Mandatário Digital que, de uma forma sisuda tem procurado mostrar Cavaco, dá voz ao inefável Artur Casaca que entrevista António Boavida. António Boavida "faz parte da nova geração de praticantes promissores do skate português, um desporto que regista grande crescimento" e "alguém nos ligou dizendo que o deveríamos entrevistar pois ele por variadas ocasiões durante os momentos de prática comenta a simpatia e consideração pelo Prof. Cavaco Silva". O jovem diz que "Desde sempre que o Prof. Cavaco Silva é uma pessoa que me inspira confiança, daí a minha simpatia por ele" e aproveita para com uma pergunta inocente dar voz aos seus patrocinadores:
Quais as notáveis marcas que te apoiam?
- Neste momento as marcas que orgulhosamente represento são: a Mada, a Fidelity, a Eastpak e a Bana.

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O pior dos piores


Quando Cavaco se apercebeu de que o povo português lhe ia retirar o tapete da maioria que por duas vezes lhe havia estendido resolveu retirar-se da vida política e, simultaneamente, da vida partidária. Acabavam assim os anos do «cavaquismo».
É certo que mesmo que tivesse concorrido Cavaco teria perdido muito mais do que a maioria parlamentar. E é óbvio que isso também ele o sabia.
Dos governos de Cavaco fica a imagem de uma família reunida em torno do patriarca. Soberano e omnipresente, era Cavaco quem mandava.
Guterres era o líder do PS e, consequentemente, da Oposição. Viu, assim, cair-lhe nos braços um país. E ele tinha que o governar. O aparelho do PS mexeu-se e ao Governo do Engenheiro iria parar muito do que há de pior no PS. Depois já se sabe o que aconteceu. Guterres e os seus pares não governaram. Dialogaram, dialogaram tanto que seis anos depois o povo voltou a acreditar nas promessas alarnajadas de Durão Barroso, actualmente mais conhecido como José Manuel Barroso.
Do «guterrismo» sobram memórias da falta de eficácia governativa, da falta de unidade da esquerda portuguesa e, também, de um mau Governo. Convenhamos, Guterres tinha Ministros que lhe faziam sombra e que, provavelmente, tinham mais poder de decisão do que ele próprio. Por outro lado, tinha outros muito, muito fracos.
Vistas bem as coisas, Guterres não foi o pior do «guterrismo». Agora Cavaco, disso não tenho dúvidas e certamente que não me engano, foi e é o pior do «cavaquismo»!

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A Ler:



Pior, era impossível



Talvez um dos piores cartazes de sempre da história da propaganda portuguesa. O look "apanhado em flagrante na sanita" de Cavaco Silva diz tudo sobre a personagem...

Senhores marketeiros, por favor...poupem-nos!

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7 de Dezembro de 1993 | Algo de novo


Dia 7 de Dezembro foi dia de manifestação nacional. Couto dos Santos havia-se demitido, mas já não era só as propinas, era um quadro de reivindicações muito mais vastas e que também englobava o ensino secundário.
Eu estudava na Escola Secundária de S. João do Estoril, e às 7.00h da manhã o liceu já estava fechado. Não foram precisos nem correntes nem cadeados, com o nascer da luz do dia éramos já 50 alunos cá fora. Um ou outro foi entrando, não mais que 20.
Às 8.30h, hora do início das aulas, os mais de 500 estudantes alinhavam à porta da escola e sentíamos uma incrível liberdade. Às 9.00h o professor serôdio que no Conselho Directivo assegurava o bom-nome da escola e o decoro, censurando as actividades dos estudantes (sobretudo da AE) e que proibia o beijo dentro da escola entrava sobre um coro de vozes que "O Loureiro já não manda aqui". Ameaça os estudantes, mas nada faz perante a multidão. Chega a polícia de choque, e nós não parámos de cantar.
Juntamo-nos para decidir o que fazer, a ida para Lisboa ainda era daqui a umas horas e havia a notícia de escolas que fechavam e estradas cortadas, decidimos partir. A polícia não sabia para onde íamos, nós sabíamos que íamos dar uma grande volta para chegarmos à Marginal. Às 10.30h a Marginal estava cortada no sentido Lisboa-Cascais, os estudantes desafiavam a polícia mas sobretudo o poder. Seguimos dali para a estação de comboios e lá fomos encher as carruagens. No percurso não houve nenhuma hostilidade entre as pessoas que usualmente utilizavam aquele meio de transporte e que naquele dia se viam englobadas no meio de um protesto apinhado, algumas cantavam connosco.
Saímos em Santos e lá fomos Av. D. Carlos acima. O cenário que se me deparou foi de arrepiar. Eram milhares e milhares de pessoas, um mar de gente. Confesso que nesse dia pensei que nada seria como antes e, com alguma ingenuidade, pensei que Cavaco se tivesse honestidade política se demitiria. Não se demitiu.

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Já houve vários postes sobre a manifestação de dia 24 de Novembro de 1993, destaco o texto do Carlos, quando uns poucos milhares de estudantes universitários foram espancados pela polícia de Dias Loureiro.
No dia seguinte, cerca de dois milhares e meio de manifestantes de acordo com o "Público" concentraram-se, sem cartazes e em silêncio, em frente à Assembleia da República. Na escrita de Ana Henriques (PÚBLICO 26/11/93) era um silêncio "inacreditável", "uma massa estudantil muda" a "acenar com guardanapos de papel brancos".
Percorria-nos uma onda de choque, um sentimento de terror e uma incrível vontade de chorar perante a prepotência de um Estado policial. As imagens do massacre de Sta. Cruz, da Praça de Tianamen e do dia anterior, circulavam-nos na cabeça. Mas a onda de solidariedade era fantástica, para a semana seguinte já se anunciavam novas manifestações e greves, e naquele dia tinham sido várias as faculdades a fechar. Os dirigentes associativos de então dirigiam uma carta a Cavaco, em que se afirmava que "algo de errado se passa com a postura do Governo". Cavaco não respondia, aliás Cavaco nunca respondia.
Mário Soares, então Presidente da República, "não querendo incendiar o país" manifestava-se "preocupado" declarando "ir pedir explicações ao primeiro-ministro" (PÚBLICO 26/11/93). Por sua vez o então Presidente da Assembleia da República, Barbosa de Melo (deputado do PSD), também afirmava ter ficado muito preocupado com os acontecimentos e que tinha pedido esclarecimentos ao Ministério da Administração Interna.

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Porque não se deve votar em Cavaco?



Quem somos?

    Fazemos parte de uma geração que nasceu politicamente com Cavaco Silva como Primeiro-Ministro. Organizámos e participámos em manifestações, vigílias e reuniões por um mundo que sabíamos não dever ser dominado por um gestor iluminado que com discursos de rigor escondia o desenhar da crise em que continuamos a viver. Porque temos memória, não esquecemos Cavaco, tal como não esquecemos os seus ministros. Não esquecemos as violentas cargas polícias sofridas, pelas escadarias da Assembleia da República e dentro das Universidades. Não esquecemos o spot da TSF que, da ponte 25 de Abril, lançava o grito para que "gajos ricos, gajos pobres"; se juntassem. Não esquecemos os políticos que Cavaco formou e que o continuaram; Durão Barroso, Santana Lopes, Valentim Loureiro, Isaltino Morais ou Alberto João Jardim. Não esquecemos em Cavaco, o contínuo desrespeito por tudo o que era cultura, arte ou memória. E também não esquecemos aquele dia em que Cavaco perdeu e que nos deixou reentrarmo-nos em torno das nossas vidas. Fomos desobedientes naquela altura e agora torna a ser necessário voltar a sê-lo!

    Ana
    Carlos Guedes [G.]
    Filipe Gil
    João Miguel Almeida
    João Paulo Saraiva
    Nuno Espadinha
    Tiago Mota Saraiva
    Z. N.

Centro de Estudos do Cavaquismo

    Quem faz uma procura na Internet sobre os anos em que este país viveu sob a égide de Cavaco, encontra muito pouca informação, quase nada. O Cavaco Fora de Belém é um blogue que pretende reavivar as memórias do que foi esse período negro da história de Portugal. Para tal propomo-nos recolher relatos, documentos, arquivos, imagens ou videos em formato digital, que nos permitam construir a história desse período e colocá-la online. Os vossos contributos, vindo directamente das caves e dos sotãos da história, podem ser enviados para este email: cavacoforabelem (@) gmail | com

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